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Vivemos hoje um dos períodos mais difíceis da vida nacional. Acossados pela crise política e econômica, brasileiros de todas as regiões sentem-se inseguros quanto ao presente e temerosos quanto ao futuro. Quem está empregado teme pelo desemprego. Quem já perdeu o emprego está tomado de incertezas quanto ao seu futuro. Quem pode investir adia essa decisão para um momento mais propício.

A despeito de todo esse quadro, a sociedade brasileira tem pelo menos um motivo para otimismo. Movidos pelo mais estrito interesse público, o Poder Judiciário, seus juízes, desembargadores e ministros, vem atuando de forma excepcional para por fim aos desmandos e à corrupção que se disseminaram por algumas empresas públicas e privadas.

Graças a isso, juízes, desembargadores e ministros de tribunais superiores ganharam inédita fama e reputação. Transmitidos ao vivo em rede nacional de TV, julgamentos são acompanhados de perto pela população e alcançam enorme repercussão social.

Chama a atenção de todos especialmente o comportamento rigorosamente técnico e diligente desses servidores públicos, pois juízes, desembargadores e ministros de tribunais são, eles também, servidores públicos.

Todos esses servidores passaram por rigorosos concursos públicos, nos quais foram aprovados apenas aqueles mais capazes e preparados. O corpo de servidores do judiciário é formado hoje por profissionais de alta capacidade técnica e rigor ético. A meritocracia tem prevalecido na escolha desses profissionais.

Não surpreende, portanto, a excelência com a qual eles estão conduzindo os processos contra os desmandos e a corrupção, nem o fato de que suas decisões vêm guardando sintonia com os tribunais superiores.

Tal característica na seleção e gestão dos recursos humanos – a meritocracia – tem sido registrada em muitas outras áreas do serviço público – Federal, Estadual e Municipal. Prevalecem os concursos públicos como critério para a seleção dos profissionais. E isso tem elevado substancialmente a qualidade na prestação dos serviços à população.

Falta muito ainda para que tenhamos um serviço público à semelhança dos países desenvolvidos. Mas a defasagem na área de recursos humanos vem sendo rapidamente superada, o que não acontece na oferta das condições necessárias para o bom exercício das diferentes atividades que envolvem o serviço público.

Falta também o reconhecimento de que os direitos trabalhistas dos servidores públicos precisam ser cumpridos rigorosamente, o que não acontece hoje como deveria. É inadmissível que no século 21 governantes ainda abusem do direito de adiar o pagamento dos precatórios, que são dívidas do Poder Público reconhecidas pela Justiça.

Neste 28 de outubro – Dia do Servidor Público – queremos aqui cumprimentar e homenagear todos os servidores públicos do Estado de São Paulo, os servidores da União, dos estados e municípios por tudo o que eles fazem de bem para a população brasileira, atuando na segurança pública, na defesa da soberania nacional, no judiciário, nos hospitais, presídios, atendimento ao público, escolas, universidades e muito mais.

Estamos aqui para defendê-los, para apoiar as lutas jurídicas que lhes garantam o correto cumprimento da legislação vigente. Nenhum país pode ser considerado desenvolvido se não tiver um serviço público à altura dos desafios contemporâneos. O Brasil está no rumo certo quanto a isso. Os juízes estão dando o exemplo. Parabéns, Servidor Público!

Antônio Roberto Sandoval Filho
Fundador da Advocacia Sandoval Filho


Publicado em Blog Sandoval Filho

Desde que iniciamos há 35 anos a Advocacia Sandoval Filho, nossa atividade esteve sempre pautada por três princípios básicos que orientam desde então as nossas ações: trabalho, verdade e transparência. O primeiro é a base de tudo. Ao aceitar a defesa judicial de um cliente, assumimos o compromisso e a responsabilidade de fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para pleitear os direitos do cliente junto às várias instâncias judiciais.

Para fazer esse trabalho bem feito, é preciso empenho, dedicação, sola de sapato e, sobretudo, estudo, muito estudo. Ninguém alcança vitórias na Justiça sem fazer uso de todo o conhecimento proporcionado pelo estudo das leis e pelo exame profundo do arcabouço conceitual que rege a Constituição Federal e todas as legislações inferiores.

Outra base do nosso trabalho é a verdade. Desde o primeiro momento, deixamos claro para o cliente todas as possibilidades decorrentes da entrada de uma nova ação judicial. Explicamos o que pode acontecer se a ação for vitoriosa. E quanto tempo terá de passar para que o cliente veja satisfeitos, integralmente ou não, os seus direitos.

Relatamos também a possibilidade de que o pleito apresentado poderá não ser aceito pela autoridade judicial, já que o Direito é uma ciência humana e, como tal, não é exata, comportando assim interpretações diversas.

Tão importante quanto executar bem o trabalho e fazê-lo de forma verdadeira é pautar-se pela transparência das ações. O advogado precisa ser absolutamente transparente na relação com a sua clientela. O cliente tem o direito e o advogado, o dever, de acompanhar o andamento do processo.

E foi justamente para exercer na prática a transparência que a Advocacia Sandoval Filho lançou mão de todas as ferramentas de relacionamento e de todos os canais de comunicação válidos para manter o cliente informado de tudo. Não é algo optativo. É um dever do advogado.

Fomos, nesse ponto, pioneiros em nossa área de atividade. Saímos na frente no uso da internet como ferramenta de relacionamento e comunicação com o nosso cliente. Criamos um site, que já passou por vários aprimoramentos. Produzimos informações diariamente e as enviamos aos clientes por meio impresso e através de nossa revista eletrônica, Painel do Servidor.

Nossa mais recente iniciativa é a presença na rede social. Criamos nossa Fan Page, que começou muito movimentada, com a presença viva e instigante de nossa clientela. Já neste início, percebemos que o cliente está ávido por encontrar mais um canal de acesso e relacionamento com a Advocacia Sandoval Filho.

Trata-se de um canal, o Facebook, no qual o cliente se sente como peixe dentro d’água. Estamos começando a nossa presença nessa rede social. Contamos com o apoio e a compreensão de todos. Há muito ainda a aprender. Com a ajuda e o olhar crítico do cliente, saberemos, com o tempo, caminhar bem e fazer os ajustes que se fizerem necessários.

Muito obrigado a você pela confiança. Vejo você no Facebook. Até lá!

https://www.facebook.com/advocaciasandovalfilho


Publicado em Blog Sandoval Filho

Realizada pela Advocacia Sandoval Filho no dia 29 de agosto, a mais recente edição do “Ciclo de Palestras” abordou um tema que angustia os credores alimentares, especialmente os mais velhos e os doentes que aguardam a liberação final dos seus pagamentos. Entidades como a seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil e o Madeca (que reúne advogados de credores alimentares) querem rápida solução para a incrível morosidade na liberação dos pagamentos a credores idosos e doentes. O dinheiro já está nos processos, pronto para pagamento. São cerca de R$ 3 bilhões devidos a 100 mil credores. Dificuldades burocráticas, falta de pessoal e sumiço de processos são algumas das causas dessa demora. (Na foto, da esquerda para a direita: Marcelo Gatti Reis Lobo, da OAB; Antônio Roberto Sandoval Filho, da Advocacia Sandoval Filho; Felippo Scolari, do Madeca)

 


Desta edição do “Ciclo de Palestras” participaram o presidente da Comissão de Precatórios da OAB/SP, Marcelo Gatti Reis Lobo, o presidente do Madeca (Movimento dos Advogados em Defesa dos Credores Alimentares do Poder Público), Felippo Scolari, e o fundador da Advocacia Sandoval Filho, Antônio Roberto Sandoval Filho. Na plateia, credores e advogados.

O tema principal do encontro foi a excessiva morosidade do Setor de Execuções contra a Fazenda Pública, órgão do Tribunal de Justiça de São Paulo, para a liberação dos pagamentos a credores idosos e doentes. Estão retidos nesse setor do TJ cerca de R$ 3 bilhões devidos a 100 mil credores. Os valores são liberados a conta-gotas. Os advogados levam de 12 a 24 meses para a liberação das guias de pagamento. Trata-se de uma tarefa que era executada no passado recente em algumas semanas. (Na foto à direita: público da edição do dia 29 de agosto do Ciclo de Palestras)


“É difícil explicar aos nossos clientes o motivo dessa absurda demora”, afirmou no encontro o presidente do Madeca, Felippo Scolari. Já Marcelo Lobo, presidente da Comissão de Precatórios da OAB/SP, lembrou das inúmeras gestões da entidade no sentido de propor soluções que levem à superação desse problema.


Marcelo Lobo disse que há empresas, que chamou de “abutres”, que se utilizam dessa demora para esconder processos enquanto buscam comprar, por valores ínfimos, os créditos dos verdadeiros titulares dos precatórios.


Graças à repercussão desse fato na imprensa, o Tribunal de Justiça elaborou nota oficial, no dia 29/8/13, em que anuncia ações para combater o sumiço de processos: “com o objetivo de coibir subtração de autos, o Setor das Execuções contra a Fazenda Pública implantou o controle de vista de autos em balcão (identificação dos interessados em ver os processos que estão em cartório)”. Na mesma nota, o Tribunal afirma que vem procurando agilizar os pagamentos – o que já vem acontecendo, segundo o texto.

Modulação dos pagamentos


Outro tema tratado no “Ciclo de Palestras” foi a modulação que será feita pelo Supremo Tribunal Federal depois da queda da Emenda Constitucional nº 62/09. Discute-se hoje qual deve ser o percentual das receitas de estados e municípios que deve ser destinado, obrigatoriamente, ao pagamento de precatórios. No caso do Estado de São Paulo, acredita o advogado Marcelo Lobo, os 3% da receita resolveriam o problema e sanariam essa divida em cerca de 8 anos. Mas, no caso da capital paulista, esse mesmo percentual não levaria à quitação da dívida em menos de 20 anos.

Lobo entende que uma diferenciação desse percentual entre estados e municípios deveria ser aplicada. Ele entende também que tal percentual não deveria ser considerado o “teto” e, sim, o “piso”.


Para o advogado Antônio Roberto Sandoval Filho, sócio-fundador da Advocacia Sandoval Filho, o instituto do precatório deveria ser extinto, naturalmente depois de paga toda a dívida hoje existente. “Não há no mundo este tipo de adiamento das dívidas por parte dos órgãos públicos. O prazo para pagamento deve ser o mesmo para órgãos públicos, as pessoas comuns e as empresas. Não é aceitável esta diferenciação”. (Na foto à esquerda: Marcelo Lobo e Antônio Roberto Sandoval Filho)


Publicado em Edição 276

Antes mesmo de entrar efetivamente em vigor, já começou ser oficialmente seguida por vários órgãos da Justiça a decisão do Supremo Tribunal Federal que em março deste ano havia declarado a inconstitucionalidade parcial da Emenda Constitucional nº 62. Decisões do próprio STF e também do Superior Tribunal de Justiça (STJ) passaram já a adotar o entendimento firmado pela decisão do Supremo envolvendo a Emenda 62. Exemplo nessa direção foi uma recente decisão da ministra Cármen Lúcia, do próprio STF, que reafirmou a posição do Supremo contrária à utilização do TR (Taxa Referencial), que remunera a poupança, como mecanismo de reajuste dos precatórios em decorrência das perdas inflacionárias.

O ministro Castro Meira, do STJ, propôs em outra decisão a adoção, no lugar da TR, do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Ampliado) como mecanismo de cálculo das perdas inflacionárias que afetam o valor dos precatórios. O IPCA é um índice considerado pelos técnicos como mais apropriado no cálculo da inflação. Sua utilização como mecanismo de indexação dos valores beneficiará os credores.

O uso de um mecanismo correto para o cálculo do valor final dos precatórios é fundamental para não prejudicar os credores, lembra o advogado Antônio Roberto Sandoval Filho, titular da Advocacia Sandoval Filho. “Passam-se vários anos, às vezes décadas, entre a expedição do precatório e a liberação final do pagamento ao credor”, lembra o advogado. “Por isso, é fundamental um indexador que realmente compense a inflação desse período”.

Outra decisão do STF sobre a Emenda 62 diz respeito ao uso de precatório como compensação de débitos tributários. Na decisão de março, o Supremo considerou que essa compensação é inconstitucional e não deve ser mais utilizada. Mesmo ainda sem data para entrar em vigor, a decisão da Suprema Corte vem sendo seguida por outros órgãos judiciais, impedindo a compensação dos precatórios.

“A compensação de débitos tributários com precatórios era uma estímulo à compra dos direitos dos credores”, lembra Sandoval Filho. “Com o novo entendimento, fecha-se uma porta para este tipo de manobra, que é muito prejudicial aos credores, que cedem direitos por valores muito abaixo do que eles efetivamente teriam direito”.

Antônio Roberto Sandoval Filho
Fundador da Advocacia Sandoval Filho


Publicado em Edição 267

Antes mesmo de entrar efetivamente em vigor, já começou ser oficialmente seguida por vários órgãos da Justiça a decisão do Supremo Tribunal Federal que em março deste ano havia declarado a inconstitucionalidade parcial da Emenda Constitucional nº 62. Decisões do próprio STF e também do Superior Tribunal de Justiça (STJ) passaram já a adotar o entendimento firmado pela decisão do Supremo envolvendo a Emenda 62. Exemplo nessa direção foi uma recente decisão da ministra Cármen Lúcia, do próprio STF, que reafirmou a posição do Supremo contrária à utilização do TR (Taxa Referencial), que remunera a poupança, como mecanismo de reajuste dos precatórios em decorrência das perdas inflacionárias.

O ministro Castro Meira, do STJ, propôs em outra decisão a adoção, no lugar da TR, do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Ampliado) como mecanismo de cálculo das perdas inflacionárias que afetam o valor dos precatórios. O IPCA é um índice considerado pelos técnicos como mais apropriado no cálculo da inflação. Sua utilização como mecanismo de indexação dos valores beneficiará os credores.

O uso de um mecanismo correto para o cálculo do valor final dos precatórios é fundamental para não prejudicar os credores, lembra o advogado Antônio Roberto Sandoval Filho, titular da Advocacia Sandoval Filho. “Passam-se vários anos, às vezes décadas, entre a expedição do precatório e a liberação final do pagamento ao credor”, lembra o advogado. “Por isso, é fundamental um indexador que realmente compense a inflação desse período”.

Outra decisão do STF sobre a Emenda 62 diz respeito ao uso de precatório como compensação de débitos tributários. Na decisão de março, o Supremo considerou que essa compensação é inconstitucional e não deve ser mais utilizada. Mesmo ainda sem data para entrar em vigor, a decisão da Suprema Corte vem sendo seguida por outros órgãos judiciais, impedindo a compensação dos precatórios.

“A compensação de débitos tributários com precatórios era uma estímulo à compra dos direitos dos credores”, lembra Sandoval Filho. “Com o novo entendimento, fecha-se uma porta para este tipo de manobra, que é muito prejudicial aos credores, que cedem direitos por valores muito abaixo do que eles efetivamente teriam direito”.

Antônio Roberto Sandoval Filho
Fundador da Advocacia Sandoval Filho


Publicado em Blog Sandoval Filho
Sex, 15 de Março de 2013 15:50

Queda da Emenda abre vácuo legal

Em decisão soberana, o Supremo Tribunal Federal decidiu na quinta-feira (14/3) considerar inconstitucional a Emenda Constitucional nº 62 (EC 62). É uma decisão importantíssima para todos, especialmente para os credores alimentares. A decisão do STF foi motivada por uma Ação Direta de Inconstitucionalidade apresentada pela Ordem dos Advogados do Brasil.

No momento, ainda não é possível saber exatamente quais serão as consequências desse gesto do Supremo. O que virá em seguida? Governadores e prefeitos serão obrigados a ampliar o volume de recursos destinados aos pagamentos?

Os credores serão de fato beneficiados com a queda da EC 62? Se prevalecer a regra anterior, os precatórios constituídos até 31 de julho de um determinado ano deverão ser pagos, integralmente, até 31 de dezembro do ano seguinte. Ou seja, o prazo máximo para o pagamento seria de 18 meses.

O Supremo deverá esclarecer esses e outros pontos da recente decisão em sessão futura, a ser realizada em data ainda não definida. Até lá, o país viverá em uma espécie de vácuo legal. Não se sabe o que será feito com os parcelamentos e os leilões que já foram realizados ou que já estão programados.

Há dúvidas também em relação aos pagamentos já feitos em ordem crescente de valor. Vai ser possível levantar os recursos financeiros que já foram depositados? Depois da decisão do Supremo, o que vai acontecer com esses depósitos a partir de agora?

Temos a legítima expectativa, como advogados de credores alimentares, de que a queda da Emenda 62 acelere o ritmo de pagamento dos precatórios. Mas, no Brasil, nem sempre uma decisão positiva como esta do Supremo produz os efeitos esperados.

A despeito do caráter inconstitucional de que se revestiu a Emenda, o fato é que este marco legal fixou um percentual da receita que deveria ser destinado por estados e municípios ao pagamento dos precatórios. No caso do Estado de São Paulo, esse percentual corresponde a 1,5% da recente corrente líquida. Quem não cumprisse a exigência estaria sujeito a processos de intervenção federal.

O Estado de São Paulo cumpriu a lei e destinou esse percentual ao pagamento dos credores, o que foi fundamental para reduzir o volume da dívida paulista com precatórios, que caiu de R$ 19 bilhões em 2009 para R$ 15 bilhões em 2012.

Ou seja, a Emenda obrigou e os estados a reservar certo volume de recursos para os credores. Antes disso, governadores e prefeitos agiam de acordo com os seus próprios critérios. Pagavam quanto e quando queriam – sem que ninguém pudesse fazer nada.Para que o cliente da Advocacia Sandoval Filho possa acompanhar o assunto, vale lembrar aqui um pouco dessa história recente.

Aprovada pelo Congresso Nacional em 2009, a Emenda 62 foi, com justiça, qualificada como “calote oficial”, uma vez que permitiu aos estados e municípios o parcelamento de seus débitos em 15 anos. Não foi a primeira vez que isso aconteceu. Outros parcelamentos já tinham ocorrido antes da Emenda.

A EC 62 permitiu também a adoção de outra medida inconstitucional, o leilão reverso. Governos e municípios poderiam fazer um leilão no qual os credores que concedessem os deságios mais elevados teriam preferência e receberiam antes os valores que lhes cabiam.

Trata-se de um critério que usurpava direitos legítimos dos credores, conquistados depois de longa batalha judicial. O deságio poderia atingir metade do crédito total devido ao servidor, configurando uma clara violação de direitos reconhecidos judicialmente em sentenças definitivas.A recente decisão da Suprema Corte acabou com essa aberração.

E acabou também com outra medida absurda: a possibilidade de usar os créditos judiciais para o pagamento de tributos, o que abriria um balcão de negócios, cujas vítimas seriam, mais uma vez, os credores.

Gostaríamos de renovar nosso compromisso com os nossos clientes. Estaremos sempre na trincheira avançada para fazer valer os direitos dos credores, obtidos depois de longo processo judicial. Esperamos que a decisão do Supremo acabe de vez com o calote e com as tentativas de prejudicar os credores alimentares.

Estaremos, no entanto, sempre alertas. A queda da Emenda 62 não pode servir para uma volta ao passado, em que governadores e prefeitos faziam e desfaziam dos credores e nenhuma satisfação deviamà sociedade e ao Poder Judiciário.

Nossa preocupação é que a decisão do Supremo, positiva em muitos aspectos, acabe por paralisar os pagamentos, travando um processo que de alguma maneira estava funcionando. Outra preocupação é quanto ao regime que irá vigorar a partir de agora. Como não cabe ao Poder Judiciário o papel de legislar sobre qualquer assunto, o país entra agora em um período de vácuo legal, marcado pelo desconhecimento coletivo quanto às consequências da decisão da Suprema Corte.

Esperamos que esta fase seja superada em breve, em benefício da lei e da Justiça. O momento é de avançar na solução definitiva da questão dos precatórios alimentares.

Manteremos os nossos clientes informados dos desdobramentos da decisão do Supremo.

Até breve.

Antônio Roberto Sandoval Filho
Advocacia Sandoval Filho

 

Este artigo foi publicado pelo Conjur (Consultor Jurídico) em 15 de março de 2013. Acesse aqui a publicação.


Publicado em Blog Sandoval Filho

O presidente da OAB/SP (Ordem dos Advogados do Brasil), Marcos da Costa, nomeou o advogado Antônio Roberto Sandoval Filho, sócio-fundador da Advocacia Sandoval Filho, para integrar, no triênio 2013/15,  a “Comissão Especial de Assuntos Relativos aos Precatórios Judiciais”. O anúncio da nomeação, feito através da Portaria nº 69/13/PR, foi encaminhado por carta a Sandoval Filho, que se disse honrado com a escolha. “É um honra participar dessa Comissão e poder ajudar, dentro da OAB/SP, os credores alimentares paulistas”, disse o advogado. “Tenho certeza de que faremos juntos um bom trabalho”.

A Comissão de Precatórios da OAB/SP será presidida pelo advogado Marcelo Gatti Reis Lobo. O vice-presidente é o advogado Marco Antonio Innocenti e o Secretário-Geral, Clodomiro Vergueiro Porto Filho.

Participam da Comissão os seguintes advogados: Abrahão José Kfouri Filho, Alceu Biagiotti, Alessandra Teixeira Gockino, Angela Maria Mansur Rego, Antônio Roberto Sandoval Filho, Eduardo Diamantino Bonfim e Silva, Elizabeth Pereira de Andrade, Felippo Scolari Neto, Fernando Ximenes Lopes, Flávio José de Souza Brando, Gustavo Henrique dos Santos Viseu, João Paulo Guimarães da Silveira, Ovídio Paulo Rodrigues Collesi, Riad Gattas Cury, Talluhah Kabayashi de A. Carvalho e Wilson Luis de Souza Foz.


Publicado em Edição 249

O presidente da OAB/SP (Ordem dos Advogados do Brasil), Marcos da Costa, nomeou o advogado Antônio Roberto Sandoval Filho, sócio-fundador da Advocacia Sandoval Filho, para integrar, no triênio 2013/15,  a “Comissão Especial de Assuntos Relativos aos Precatórios Judiciais”. O anúncio da nomeação, feito através da Portaria nº 69/13/PR, foi encaminhado por carta a Sandoval Filho, que se disse honrado com a escolha. “É um honra participar dessa Comissão e poder ajudar, dentro da OAB/SP, os credores alimentares paulistas”, disse o advogado. “Tenho certeza de que faremos juntos um bom trabalho”.

A Comissão de Precatórios da OAB/SP será presidida pelo advogado Marcelo Gatti Reis Lobo. O vice-presidente é o advogado Marco Antonio Innocenti e o Secretário-Geral, Clodomiro Vergueiro Porto Filho.

Participam da Comissão os seguintes advogados: Abrahão José Kfouri Filho, Alceu Biagiotti, Alessandra Teixeira Gockino, Angela Maria Mansur Rego, Antônio Roberto Sandoval Filho, Eduardo Diamantino Bonfim e Silva, Elizabeth Pereira de Andrade, Felippo Scolari Neto, Fernando Ximenes Lopes, Flávio José de Souza Brando, Gustavo Henrique dos Santos Viseu, João Paulo Guimarães da Silveira, Ovídio Paulo Rodrigues Collesi, Riad Gattas Cury, Talluhah Kabayashi de A. Carvalho e Wilson Luis de Souza Foz.


Publicado em Edição 249
Sex, 01 de Fevereiro de 2013 10:42

Novo Auditório para acolher o cliente

Tivemos o prazer de inaugurar, no final do ano passado, o novo Auditório da Advocacia Sandoval Filho, no andar térreo do edifício em que está a nossa sede, no centro de São Paulo. Agora em 2013, daremos início a um Ciclo de Palestras, que vai acontecer nesse espaço, sobre temas relevantes da área jurídica e também sobre outros assuntos de interesse geral.

É importante registrar, no entanto, que o principal foco do novo espaço é o cliente da Advocacia Sandoval Filho. É para você que o Auditório foi pensado. Situado no mesmo plano da rua, o Auditório abriga também uma área para atendimento direto ao cliente. Lá você poderá tirar dúvidas sobre processos em andamento, verificar se seus direitos funcionais estão sendo respeitados e conhecer de perto a nossa equipe de advogados.

Nada melhor do que esse corpo a corpo, esse olho no olho, para que nosso cliente saiba quem são os profissionais que defendem os seus direitos, que vão aos fóruns, aos tribunais, aos órgãos administrativos do Estado e do município. Esse jogo aberto e sincero com o cliente é uma das características principais do nosso Escritório desde o seu início, há 33 anos. E é uma das razões do sucesso do nosso trabalho.

Queremos também estimular a visita de caravanas de servidores públicos – que devem ser previamente agendadas. É fundamental agendar esses encontros para que possamos preparar nossa equipe para atender bem nossos visitantes e responder às perguntas que forem feitas à equipe.

Outra possibilidade é a realização de palestras para professores, auxiliares de ensino, diretores de escolas, delegados, policiais militares, médicos, servidores da saúde e demais funcionários públicos.

O agendamento de tais encontros pode partir dos próprios interessados, que podem ligar para a Advocacia e reservar uma data, ou pode ser decorrente de um convite nosso a grupos específicos de servidores. Essas reuniões terão uma pauta definida previamente, envolvendo temas que sejam do interesse direto dos servidores.

Esta é uma das boas novidades que preparamos para você. Acompanhe tudo isso de perto através do nosso site. E venha nos visitar – sozinho ou na companhia de amigos e colegas de trabalho. Teremos prazer em atendê-lo pessoalmente.

Que 2013 seja pleno de realizações para você e sua família!

Antonio Roberto Sandoval Filho


Publicado em Edição 245
Seg, 28 de Janeiro de 2013 10:17

Novo Auditório para acolher o cliente

Tivemos o prazer de inaugurar, no final do ano passado, o novo Auditório da Advocacia Sandoval Filho, no andar térreo do edifício em que está a nossa sede, no centro de São Paulo. Agora em 2013, daremos início a um Ciclo de Palestras, que vai acontecer nesse espaço, sobre temas relevantes da área jurídica e também sobre outros assuntos de interesse geral.

É importante registrar, no entanto, que o principal foco do novo espaço é o cliente da Advocacia Sandoval Filho. É para você que o Auditório foi pensado. Situado no mesmo plano da rua, o Auditório abriga também uma área para atendimento direto ao cliente. Lá você poderá tirar dúvidas sobre processos em andamento, verificar se seus direitos funcionais estão sendo respeitados e conhecer de perto a nossa equipe de advogados.

Nada melhor do que esse corpo a corpo, esse olho no olho, para que nosso cliente saiba quem são os profissionais que defendem os seus direitos, que vão aos fóruns, aos tribunais, aos órgãos administrativos do Estado e do município. Esse jogo aberto e sincero com o cliente é uma das características principais do nosso Escritório desde o seu início, há 33 anos. E é uma das razões do sucesso do nosso trabalho.

Queremos também estimular a visita de caravanas de servidores públicos – que devem ser previamente agendadas. É fundamental agendar esses encontros para que possamos preparar nossa equipe para atender bem nossos visitantes e responder às perguntas que forem feitas à equipe.

Outra possibilidade é a realização de palestras para professores, auxiliares de ensino, diretores de escolas, delegados, policiais militares, médicos, servidores da saúde e demais funcionários públicos.

O agendamento de tais encontros pode partir dos próprios interessados, que podem ligar para a Advocacia e reservar uma data, ou pode ser decorrente de um convite nosso a grupos específicos de servidores. Essas reuniões terão uma pauta definida previamente, envolvendo temas que sejam do interesse direto dos servidores.

Esta é uma das boas novidades que preparamos para você. Acompanhe tudo isso de perto através do nosso site. E venha nos visitar – sozinho ou na companhia de amigos e colegas de trabalho. Teremos prazer em atendê-lo pessoalmente.

Que 2013 seja pleno de realizações para você e sua família!

Antonio Roberto Sandoval Filho


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